domingo, 13 de fevereiro de 2011

Tristezas não pagam dívidas

   

    Um garoto de quatro anos caminhava descalço por uma rua,chupando um picolé num palito.Nesse tempo, picolé era artigo raro. De repente, um grupo de meninos mais velhos passou correndo pela esquina,derrubando o pequeno na corrida, e o picolé caiu no chão, quebrando-se todo.

    O menino sentou-se no chão e ficou, de olhos arregalados, contemplando o resultado da tragédia. Não sabia o que dizer, só uma tristeza muito grande o dominava.

    Uma senhora idosa vinha nesse momento pela rua e dirigiu-se à criança.
    - Bem, meu pequeno, disse ela, o pior que podia haver aconteceu a você.Mas levante-se, que eu vou lhe mostrar uma coisa.
    - Agora, ponha seu pé direito em cima do picolé, pise com força e repare como ele se esguicha entre os dedos do seu pé.

    O menino pisou com forla o picolé e este espirrou entre os dedos do pé. A senhora riu e disse:
    - Aposto que não há nenhum outro menino nessa cidade que já tenha coçado os dedos do pé com sorvete.Corra agora para casa e conte a sua mãe como foi divertida a experiência. E lembre-se, acrescentou ela, por pior que seja uma coisa que lhe aconteça, você pode se divertir quase sempre à custa dela!


    Esta é uma história real relatada da revista "O Mensageiro", pelo irlandês H.Swarth. Através dessa história ele nos mostra que é bobagem levar muito a sério a esmagadora maioria das tristezas da vida. Pense nisso.

Um comentário:

  1. A tristeza por mais difícil que seja para suportarmos, é uma fase e a alegria mesmo que monetânea é eterna, portanto coração que tem Jesus pode até sofrer, mais não prá sempre! Pense nisso!

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